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Posto de Macaé registra BO contra falsa denúncia de adulteração de combustível

Reprodução

O Procon foi
acionado pelo posto e nas análises não encontrou nenhuma irregularidade no
combustível

O Posto A.
Peixoto, situado no Jardim Guanabara, em frente ao Mirante da Lagoa, em Macaé,
registrou nesta quarta-feira, dia 7, um boletim de ocorrência contra uma falsa
denúncia de adulteração de combustível ocorrida no local que vem sendo
veiculada pelas redes sociais. O Procon foi acionado pela direção do posto e
todos os testes de qualidade foram realizados, não apresentando nenhuma
irregularidade.

De acordo com a
advogada do posto, Drª. Flávia Almeida, existe a possibilidade de o
estabelecimento estar sendo alvo de falsas denúncias por praticar o melhor
preço de combustível da região. “Não temos uma bandeira de combustível e
geralmente conseguimos negociar bons preços com as distribuidoras e repassar
esse desconto para o consumidor final”, explicou a advogada, destacando que em
quase 20 anos de funcionamento nunca foi constatada nenhuma irregularidade no
estabelecimento em relação aos combustíveis.

INÍCIO – O fato
teve início com a ação de dois jovens que estiveram nesta quarta-feira no
posto, onde fizeram um vídeo alegando que a moto de um deles havia sido
abastecida com água e não com gasolina. De acordo com a Drª. Flávia, eles
pediram para ser ressarcidos no valor de R$ 10 reais ou que a moto fosse
reabastecida nesse mesmo valor. “Nossa gerência se colocou à disposição para
fazer o teste da gasolina, mas os jovens não quiseram esperar, saindo do local
afirmando que resolveriam da pior forma”, explicou a advogada.

Logo depois, o
vídeo foi veiculado nas redes sociais dos jovens e replicado em outros perfis e
grupos de whatsapp. Segundo a advogada do posto, esses jovens já foram
identificados e, assim como os veículos de comunicação, perfis e grupos, que
veicularam a falsa denúncia, eles serão notificados pela Justiça. “Também
pediremos a retratação do que foi divulgado. Fake news é crime e as pessoas
precisam ser responsabilizadas a respeito do que elas veiculam em suas redes,
principalmente quando essas informações acarretam em prejuízos para a outra
parte”, concluiu a advogada, Drª. Flávia Almeida.

Fonte: Rio das Ostras Jornal

Origem.