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Daily Archives: 20 de janeiro de 2021

Social Facebook Twitter imagem Vacina contra a Covid-19: confira os depoimentos dos primeiros profissionais da saúde que já foram imunizados em Búzios A Prefeitura de Armação dos Búzios reuniu os depoimentos dos primeiros profissionais da saúde imunizados contra a Covid-19. A aplicação ocorreu de forma imediata após o recebimento do primeiro lote da vacina, na tarde de terça-feira (19), no Hospital Municipal Dr. Rodolpho Perissé. Entre eles, estão os médicos, Dr. Carlos Raposo e Dr. Raymond Burke, as auxiliares de enfermagem, Therezinha Rodrigues, Elenita Pereira e Creuzimar Machado, além da Adriana Silva – irmã da primeira enfermeira vítima da Covid-19 na cidade. Nos bastidores, a comoção foi grande por terem sido escolhidos para receber a primeira dose da tão aguardada vacina. Confira os depoimentos O médico, Dr. Carlos Raposo, tem 68 anos e estava de plantão na unidade: “Eu me sinto lisonjeado. Dentre tantos outros médicos que trabalham no município, eu fui o escolhido para receber a primeira dose. Para nós que ficamos em contato direto com o vírus, vai diminuir a infecção causada pelo mesmo. O ideal é tomar as duas doses, embora não tenha a imunização de imediato, mas a longo prazo seremos imunizados. Importante, mesmo com a vacina, manter a higiene”. Dr. Raymond Burke, médico afastado por ser do grupo de risco, tem 72 anos e quase 50 anos de profissão: “Em função da faixa de idade e grupo de risco, a infectologista havia me tirado da linha de frente e mandou ficar em casa. Ser um dos primeiros a ser vacinado… não tenho palavras para agradecer. É um casamento entre eu e Búzios. Alegria que não dá nem para contar! Ficar em casa, sem poder trabalhar, é mortal, principalmente em não poder ajudar a população… então, vacinar é o grito de liberdade!”. Elenita Pereira tem 58 anos e exerce a profissão de Auxiliar de Enfermagem há 30 anos: “É uma emoção muito grande para nós que trabalhamos na linha de frente dessa doença perigosa. Eu agradeço por ter sido escolhida e quero pedir às pessoas que continuem se cuidando, pois graças a Deus já temos a vacina para nos proteger. A vacina é muito importante”. Creuzimar Machado, de 62 anos, é Auxiliar de Enfermagem e também estava de plantão no Hospital quando o imunizante chegou: “A emoção é grande por ser uma das primeiras a receber a vacinação, um pouco nervosa, mais grata! O imunizante nos dá a segurança de estarmos bem, para tratar as pessoas que necessitam da gente. Importante frisar que o imunizante tem que ser completo com as duas doses e, mesmo depois de imunizado, continuar tomando todos os cuidados que tomamos hoje”. “A importância dessa vacina é a esperança de acabar com o vírus. Ser uma das primeiras pessoas a ser vacinada foi de suma importância para mim. Eu não tenho palavras para falar sobre o dia de hoje! Eu perdi minha irmã que era enfermeira aqui do Hospital Rodolpho Perissé para essa doença; isso foi tipo uma homenagem que fizeram para ela”. Após esse grupo receber a imunização, a Secretaria de Saúde enviou os profissionais para vacinar Dona Eva, a quilombola mais idosa do Brasil, com 111 anos, que mora na Aldeia da Rasa.

Fonte: Macae Em PautaOrigem.

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GOVERNO DO ESTADO ENTREGA A TRAJANO 3.500 SERINGAS PARA VACINAÇÃO CONTRA COVID-19 JAN 20 2021 TRAJANO DE MORAES RECEBE E APLICA AS PRIMEIRAS DOSES DE VACINA CONTRA A COVID-19 4 mins to read A tão esperada vacina contra a Covid-19 já está agindo em soloTrajanense. As doses da Coronovac – imunizante desenvolvido pelo InstitutoButantan, em parceria com a empresa chinesa Sinovac Biotech – chegaram aTrajano de Moraes, na tarde de terça-feira, dia 18. O prefeito Rodrigo Viana, ovice-prefeito Matias Mendes, o secretário municipal de Saúde, Lucas Esteves e aCoordenadora de Imunização, Renata Gomes, receberam a caixa térmica contendo asvacinas na cidade de Cordeiro. “O município de Trajano de Moraes começou a cumprir a tabela de vacinação contra a Covid-19. Eu e o vice Matias Mendes acompanhamos todo o processo. Cinco profissionais de Saúde que atuam na linha de frente receberam a primeira dose da vacina. O helicóptero com as doses da CoronaVac pousou no Parque de Exposições Raul Veiga por volta das 14h, em Cordeiro de lá elas foram trazidas para nosso o município”, disse o prefeito Rodrigo Viana. Um esquema especial de segurança foi montado para receber as caixas da vacina. Uma viatura da Polícia Militar acompanhou o carro oficial da Prefeitura de Trajano de Moraes até o Hospital Francisco Limongi – local onde as doses foram armazenadas. O Governo do Estado do Rio de Janeiro informou que, neste primeiro momento, será distribuída a metade do total das doses, quantidade suficiente para aplicar a primeira dose no público-alvo da primeira fase. As cinco primeiras pessoas vacinadas no primeiro dia de imunização, foram os funcionários que atuam diretamente na rede pública de Saúde. “Cleide Helena Carneiro Foly, Rogério da Silva Diniz, Luiz Danetra Junior, Antônio José Grativol e Maria Clementina Ramos Castro – foram os profissionais agraciados. Fico muito feliz em participar deste momento ao lado da família trajanense. Em breve todos serão vacinados e logo vamos poder abraçar um ao outro”, completou o vice-prefeito Matias Mendes. A vacina chegou ainda aos funcionários do Hospital Francisco Limongi, aos profissionais do Centro de Triagem – atual Unidade Básica de Saúde Lucyeni Gonçalves Neves – ESF Represa – no bairro Nova Esperança, e no Abrigo Santa Terezinha. “Estamos fazendo a nossa parte. Os imunizantes serão aplicados na população enquadrada na primeira das quatro fases do plano de vacinação. São profissionais de saúde que atuam na linha de frente do combate à Covid-19 e em unidades de saúde de urgência e emergência, idosos que vivem em instituições de longa permanência, indígenas e comunidades tradicionais”, explicou Lucas Esteves. A Coordenadora de Imunização, Renata Gomes fez questão de participar das primeiras aplicações nos funcionários. “O sentimento é de gratidão a Deus. Depois de um ano tão difícil, ver a chegada dessa vacina é uma esperança para a gente. A bula da Coronavac aponta um intervalo de 14 a 28 dias entre a primeira e a segunda dose”, concluiu ela.

Fonte: Macae Em PautaOrigem.

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JAN 20 2021 TRAJANO DE MORAES RECEBE E APLICA AS PRIMEIRAS DOSES DE VACINA CONTRA A COVID-19 4 mins to read A tão esperada vacina contra a Covid-19 já está agindo em soloTrajanense. As doses da Coronovac – imunizante desenvolvido pelo InstitutoButantan, em parceria com a empresa chinesa Sinovac Biotech – chegaram aTrajano de Moraes, na tarde de terça-feira, dia 18. O prefeito Rodrigo Viana, ovice-prefeito Matias Mendes, o secretário municipal de Saúde, Lucas Esteves e aCoordenadora de Imunização, Renata Gomes, receberam a caixa térmica contendo asvacinas na cidade de Cordeiro. “O município de Trajano de Moraes começou a cumprir a tabela de vacinação contra a Covid-19. Eu e o vice Matias Mendes acompanhamos todo o processo. Cinco profissionais de Saúde que atuam na linha de frente receberam a primeira dose da vacina. O helicóptero com as doses da CoronaVac pousou no Parque de Exposições Raul Veiga por volta das 14h, em Cordeiro de lá elas foram trazidas para nosso o município”, disse o prefeito Rodrigo Viana. Um esquema especial de segurança foi montado para receber as caixas da vacina. Uma viatura da Polícia Militar acompanhou o carro oficial da Prefeitura de Trajano de Moraes até o Hospital Francisco Limongi – local onde as doses foram armazenadas. O Governo do Estado do Rio de Janeiro informou que, neste primeiro momento, será distribuída a metade do total das doses, quantidade suficiente para aplicar a primeira dose no público-alvo da primeira fase. As cinco primeiras pessoas vacinadas no primeiro dia de imunização, foram os funcionários que atuam diretamente na rede pública de Saúde. “Cleide Helena Carneiro Foly, Rogério da Silva Diniz, Luiz Danetra Junior, Antônio José Grativol e Maria Clementina Ramos Castro – foram os profissionais agraciados. Fico muito feliz em participar deste momento ao lado da família trajanense. Em breve todos serão vacinados e logo vamos poder abraçar um ao outro”, completou o vice-prefeito Matias Mendes. A vacina chegou ainda aos funcionários do Hospital Francisco Limongi, aos profissionais do Centro de Triagem – atual Unidade Básica de Saúde Lucyeni Gonçalves Neves – ESF Represa – no bairro Nova Esperança, e no Abrigo Santa Terezinha. “Estamos fazendo a nossa parte. Os imunizantes serão aplicados na população enquadrada na primeira das quatro fases do plano de vacinação. São profissionais de saúde que atuam na linha de frente do combate à Covid-19 e em unidades de saúde de urgência e emergência, idosos que vivem em instituições de longa permanência, indígenas e comunidades tradicionais”, explicou Lucas Esteves. A Coordenadora de Imunização, Renata Gomes fez questão de participar das primeiras aplicações nos funcionários. “O sentimento é de gratidão a Deus. Depois de um ano tão difícil, ver a chegada dessa vacina é uma esperança para a gente. A bula da Coronavac aponta um intervalo de 14 a 28 dias entre a primeira e a segunda dose”, concluiu ela.

Fonte: Macae Em PautaOrigem.

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Cifras 19 de janeiro de 2019 · NESTE DIA há 2 anos Rubem Gonzaga Almeida Pereira 20 de janeiro de 2019 · Conteúdo partilhado com: Os teus amigos Pesquisa e texto: Phydias Barbosa. Memória Macaense 2 de janeiro de 2019 · Famoso escritor perde a vida em naufrágio Hermes, o "Titanic" de Macaé Macaé e sua administração acabam de perder uma excelente ocasião para capitalizar em cima de sua própria história. Afinal, vem aí os 200 anos da cidade em julho de 2013 e a comemoração parece ter sua produção empacada, por razões políticas ampliadas por egoísmo de uma meia dúzia de cidadãos empavonados em seus cargos administrativos e burocráticos. Em 1861, mais precisamente no dia 28 de novembro, um navio pertencente à frota da companhia de navegação União Campista e Fidelista afundou por erro humano aqui mesmo no mar de Macaé. O autor de Memórias de um Sargento de Milícias Há pouco mais de 5 semanas atrás, poderia ter sido relembrado no município os 150 anos do naufrágio do Vapor Hermes. Um evento que já puxasse o cordão de comemorações que, como sugerimos acima, deverá ser um pegapracapá entre uma administração que sai e outra que entra, se é que entendem o que quero dizer. Na ocasião do desastre do vapor Hermes naquela fatídica madrugada, o jornal Correio da Tarde, do Rio de Janeiro, fez o seguinte necrológico: "Dentre as vítimas, que veio lançar o luto no seio de muitas famílias, não podemos deixar de mencionar especialmente o Sr. Dr. Manoel Antônio de Almeida, cuja morte prematura roubou à imprensa fluminense e às letras pátrias um dos seus representantes, que mais honra lhes dava". Sobre a morte do autor de "Memórias de um Sargento de Milícias", o renomado escritor José Veríssimo escreveu: "Com ele, pode dizer-se, naufragou a talvez promissora esperança do romance brasileiro". (Não teria sido legal, gente, se nossa prefeitura estivesse de olhos abertos e celebrasse a memória desse consagrado autor? ) Canal e fartura Ao norte da província do Rio de Janeiro, o governo estava para inaugurar o mais longo canal do Império. A escoação da produção agrícola campista esteve sempre atravancada pela foz estrangulada do rio Paraíba. Havia necessidade de grandes navios para embarcar a abundante produção agrícola. Mas estes só poderiam ancorar com segurança, bem mais ao sul (depois do Cabo de São Tomé), isto é, no porto de Imbetiba, em Macaé. E assim o longo canal Campos-Macaé, foi aberto a braço escravo, para escoar a riqueza campista. Seria uma semana festiva, pois junto com a comemoração de abrir-se uma via de comunicação com o município de Campos, seria o aniversário de Dom Pedro II cinco dias depois do acidente. O município vivia bons momentos. A produção de açúcar no ano de 1861 excedeu as esperanças, e muitos fazendeiros de Campos dos Goytacazes chegaram a perder muita cana, não por causa da seca, mas por faltar-lhe materialmente o tempo para moê-la. A safra de legumes também foi abundante. A última viagem do vapor Hermes Muitos dos alegres hóspedes do pequeno vapor Hermes, certamente debruçados na amurada, apreciavam a magnífica baía de Guanabara. Naquele tempo, a paisagem não seria mais encantadora. Na medida que o casco rompia a superfície límpida e prateada das águas da baía, mais se extasiavam com o cenário imponente das montanhas cariocas cobertas por uma vegetação de um verde refrescante. E pouco a pouco, à distancia, se avistavam encimando os morros e em meio ao casario de telhado vermelho, as torres e pináculos, os campanários, as cúpulas das igrejas seicentistas e setecentistas de um Rio oitocentista. As imagens tão íntimas das moradias e dos templos do anedótico e folclórico mundo carioca, abraçado por uma natureza exuberante, Manuel de Almeida as viu pela última vez, quando o vapor começou a procurar o rumo norte do mar da Província. O benquisto Maneco que havia no mês de outubro último, completado 30 anos, olhou para sua cidade e deu o seu último adeus. Vidas enlutadas e Jean de Léry 300 anos antes Depois de uma viagem na qual encontrara ventos e correntes contrários, o Hermes chegou à enseada de Macaé por volta das 3 horas da madrugada do dia 28 de novembro de 1861, para desembarcar três passageiros e após uma curta demora, zarpou, para em seguida naufragar, logo após bater na Tábua. A Laje do Hermes encontra-se a NW da Ilha de Sant´Anna A costa macaense sempre foi assinalada pelos maiores perigos, por isso só deve ser explorada por marinheiros experimentados, conhecedores profundos dos seus segredos e de suas armadilhas. Extremamente baixa e arenosa em alguns pontos, já em 1556 o navegador francês Jean de Léry, que veio ao Brasil embalado pela aventura sensacional que seria aquela França Antártida, de Nicolás Durand de Villegaignon, assinalava em suas notas de viagem, reproduzidas no seu emblemático livro Istória de uma viagem feita á terra do Brazil: " aqui no mar próximo à foz do rio Mikié, notamos a NW de um arquipélago paradisíaco dezenas de lajes mergulhadas pouco notadas e somente as vemos a curta distância". E esse local foi a passagem do Hermes – 300 anos depois de Jean de Léry – quando zarpou do porto de Macaé em direção a Campos. Pressupõe-se que o comandante M. Ornelas pouco ou nenhum conhecimento tinha do porto, tanto assim que, logo ao destracar rumo ao Norte, colidiu violentamente com as pedras. Supondo tratar-se de areia, afastou-se ainda mais da costa com o intuito de prosseguir viagem, quando é certo que a avaria era de tal ordem que o navio soçobrou próximo à ilha de Santana, enquanto à bordo palpitavam 96 vidas, entre passageiros, tripulantes e escravos, salvando-se pouco mais da metade. O que fica um pouco fora da órbita aqui deste pesquisador curioso é que esse perigo situado próximo da praia macaense, na época ainda não estava cartografado pela Marinha de Dom Pedro II, embora apareça no mapa de Léry de 1556. Alguém dormiu no ponto. A Tábua foi batizada “Pedra do Hermes" – hoje, o perigoso local encontra-se sinalizado, principalmente por causa do grande fluxo de embarcações em torno do porto de Imbetiba, por conta das atividades da Petrobras. O "jabá" do capitão Uma gorda gorjeta fez o comandante desviar seu curso, cuja viagem teria que ser "direta a Campos". Ele teria recebido grande soma em dinheiro de três quissamaenses para fazer a parada não planejada. As cartas dos moradores da cidade de Campos, que chegaram as redações dos jornais da Corte do Rio de Janeiro, após o sinistro, como as próprias notas da imprensa, desabaram-se em denúncias e acusações contra a gerência da companhia e contra o capitão do Hermes. Eis algumas delas: "Devendo no dia 30 partir da corte o vapor Ceres para Cabo Frio e Macaé, por que razão o Hermes desviou-se de sua rota contra o anúncio dados aos passageiros. Mas o que é verdade é que este capricho da gerência em favor dos três passageiros para Macaé…" (Correio Mercantil). "Uma triste realidade veio ontem enlutar a muitas famílias e provar mais uma vez o desleixo e imprevidência com que se fazem geralmente entre nós, os serviços públicos". (Diário do Rio de Janeiro). "Esta catástrofe foi toda devida à imprudência do comandante. O Hermes nessa viagem não tinha que fazer escala em Macaé. Entrou nesse porto por interesse de alguns passageiros a que o comandante quis servir. Como, porém, o desvio da rota marcada retardava a viagem e o vapor não poderia chegar à barra de Campos com maré que desse entrada, o comandante assentou de seguir em rumo direito, deixando de fazer a volta de costume, e deu com o vapor sobre as pedras. Ficará impune o homem que enlutou tantas vidas?" (A Atualidade). Quem eram os 3 misteriosos passageiros e seus escravos de Quissamã, que foram desembarcados no porto de Macaé em 1861? Acompanhe o blog: Macaé, mais de 400 anos de História Fontes: Godofredo Tinoco, Luis Lamego e Elísio Gomes Pequisa e texto: Phydias Barbosa

Fonte: Macae Em PautaOrigem.

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