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Volume de chuva diminui, mas alerta para cidades da região permanece até domingo

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A previsão para esta sexta-feira (09/11) é que as áreas de instabilidade continuem ativas em todo o estado do Rio de Janeiro. Em algumas cidades choveu muito acima da média esperada para todo o mês de novembro, ocasionado alagamentos e vários outros transtornos à população. A estimativa é de chova nas Regiões Norte e Noroeste Fluminense até domingo (11/11).

De acordo com o coordenador regional de Defesa Civil (Redec/Norte), tenente-coronel Joelson de Oliveira, mesmo com a quantidade de chuva tendo sido um pouco acima da normalidade, a situação está sob controle. As secretarias e coordenadorias municipais estão monitorando os pontos mais vulneráveis e estarão prontos para agir em caso de necessidade.
O coordenador verificou que os municípios atingidos pelas chuvas foram mais afetados em pontos que são considerados críticos. Como, por exemplo, em Itaocara, onde foram constatados pontos de alagamento em ruas do centro, assim como em Itaperuna, na Avenida Cardoso Moreira. Em Cambuci, o local de monitoramento foi o aumento da queda de água em uma cachoeira que abastece o córrego Dantas que corta a cidade, que já baixou 2 metros. Em todos estes pontos a água já escapou e o nível voltou ao normal.
A orientação do coordenador é para as pessoas que residam próximo a encostas de morro, onde a terra pode estar encharcada e o terreno pode vir a ceder. “A previsão é de chuvas até o domingo. Por enquanto está tudo sob controle e dentro da normalidade. Nenhuma pessoa ou casa foi afetada pelas chuvas ou por consequência delas. Estamos monitorando todos os pontos de nossa região”, alertou o Joelson.

ALERTAS

Até domingo deve chover 117 mm em São Francisco de Itabapoana (SFI). O município em estado de alerta. “Estamos em um período de transição, em que saímos da estiagem para o ciclo das águas. Para o próximo mês, por exemplo, estão previstos 160 mm”, esclareceu o secretário municipal de Meio Ambiente e Defesa Civil (SEMA), Ilzomar Soares.
A SEMA a está monitorando os efeitos da chuva nas regiões mais baixas, como, por exemplo, a localidade de Imburi, e os rios que cortam SFI. De acordo com o órgão, a situação atual é de normalidade.
Quanto à situação no litoral, Ilzomar Soares informou que o último boletim meteorológico apontava possibilidade de ressaca com ondas de até 2,5 metros até terça-feira (13/11). Ele reiterou que os pescadores devem ficar atentos aos alertas e avisos emitidos pela Marinha.
Em caso de emergência, a população deve entrar em contato com o órgão através dos seguintes telefones: 199, 2789-1837 ou 98161-6713.
A Defesa Civil Municipal em São João da Barra também recebeu alerta de ressaca da Marinha do Brasil e a orientação é para que pescadores evitem a atividade em alto mar até domingo. Mar agitado e ondas no litoral devem chegar a 2,5 metros.
O período de maré de lua, explica o subcoordenador de Defesa Civil, Welington Barreto, iniciou ontem (07/11), e vai até o próximo dia 14. “Com a ressaca e períodos de maré de lua, a tendência é o mar avançar ainda mais. Estamos monitorando toda orla e até o momento não existe nenhum desabrigado”, destacou
A cidade de Macaé registrou o maior volume de chuva com 160,8 milímetros. Houve queda de ponte e alagamentos e a prefeitura decretou estado de calamidade.
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Às 17h30 a informação era de que agentes da Secretaria de Mobilidade Urbana atuavam na área central, bairros e região serrana. Equipes operaram na Rua Dr. Télio Barreto, entre a Alfredo Backer e Francisco Portela, com a inversão do sentido da via. Todo trânsito de origem da Aroeira, por conta do alto nível do alagamento na Rua Coronel Amado, está seguindo pela Télio Barreto. Já o trânsito proveniente da ponte da Barra em direção à Télio Barreto está seguindo pela Rua Governador Roberto Silveira.
A Equipe da Secretaria de Desenvolvimento Social está realizando rondas no município, com ênfase em pontos mais afetados como Ilha Leocádia, Nova Esperança, Comunidade Novo Rio, Nova Holanda e Piracema. Não há registro de desabrigados e sim de desalojados, que foram remanejados para casas de familiares e amigos com apoio da Defesa Civil, a exemplo de 51 moradores dos bairros Sol y Mar, São José do Barreto e Visconde que precisaram deixar suas residências.

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Fonte: Cardoso Moreira News

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