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Número de mortes por febre amarela chega a 86 em Minas, diz secretaria


Em relação ao informe epidemiológico anterior, divulgado na semana passada, foram dez novos óbitos. A Secretaria de Estado de Saúde (SES) informou, na tarde desta terça-feira (20), que o número de mortes por febre amarela em Minas Gerais chega a 86 desde dezembro do ano passado. Em relação ao informe epidemiológico anterior, divulgado no último dia 15, foram dez novos óbitos.
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No total, 222 casos da doença foram confirmados no estado. Outros 505 continuam sob investigação.
Entre os casos confirmados, 199 (89,6%) se referem a pacientes do sexo masculino, e 23, a pacientes (10,4%) do sexo feminino. Em relação aos óbitos, apenas três vítimas eram do sexo feminino.
De acordo com a secretaria, não há relato de vacinação para a febre amarela entre os casos confirmados. A média de idade dos pacientes é de 48 anos. O mais novo tem 3 anos, e o mais velho, 88. A letalidade da doença é de aproximadamente 38,7%.
O balanço divulgado nesta terça se refere ao monitoramento da SES iniciado em julho de 2017. Segundo a pasta, entre o início do monitoramento até dezembro de 2017, não foram registrados óbitos.
As mortes confirmadas se referem a pacientes das seguintes cidades:
seis em Nova Lima, na Região Metropolitana;
seis em Mariana, na Região Central;
quatro em Barão de Cocais, na Região Central;
quatro em Juiz de Fora, na Zona da Mata;
três em Belo Horizonte;
três em Brumadinho, na Região Metropolitana;
três em Caeté, na Região Metropolitana;
três em Conceição dos Ouros, Sul de Minas;
três em Ouro Branco; na Região Central;
três em Rio Preto, na Zona da Mata;
três em Santa Bárbara, na Região Central;
duas em Barra Longa, na Zona da Mata;
duas em Lima Duarte, na Zona da Mata;
duas em Piau, na Zona da Mata;
duas em Piranga, na Zona da Mata;
duas em Ponte Nova, na Zona da Mata;
duas em Porto Firme; na Zona da Mata;
duas em Rio Acima, na Região Metropolitana;
uma em Aguanil, Centro-Oeste de Minas;
uma em Alvinópolis, na Região Central;
uma em Belmiro Braga, na Zona da Mata;
uma em Belo Vale, Região Central;
uma em Bicas, na Zona da Mata;
uma em Caranaíba, na Região Central;
uma em Carmo da Mata, no Centro-Oeste;
uma em Ervália, na Zona da Mata;
uma em Goianá, na Zona da Mata;
uma em Itabira, na Região Central;
uma em Itaverava, na Região Central;
uma em Jeceaba, na Região Central;
uma em Lagoa Dourada, na Região Central;
uma em Mar de Espanha, na Zona da Mata;
uma em Maripá de Minas, na Zona da Mata;
uma em Mateus Leme, na Região Metropolitana;
uma em Matias Barbosa, na Zona da Mata;´
uma em Paraisópolis, no Sul de Minas;
uma em Passa Tempo, no Centro-Oeste;
uma em Poço Fundo; no Sul de Minas;
uma em Presidente Bernardes, na Zona da Mata;
uma em Raposos, na Região Metropolitana;
uma em Rio Manso, na Região Central;
uma em Rio Novo, na Zona da Mata;
uma em Santa Rita de Jacutinga, na Zona da Mata;
uma em Santo Antônio do Aventureiro, na Zona da Mata;
uma em Santos Dumont, na Zona da Mata;
uma em São Tomé das Letras, na Região Sul;
uma em Senhora de Oliveira, na Zona da Mata;
uma em Simão Pereira, na Zona da Mata;
uma em Viçosa, na Zona da Mata.
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A febre amarela é uma doença infecciosa febril aguda, causada por um vírus transmitido por mosquitos infectados. Em área rural ou de floresta, os macacos são os principais hospedeiros e a transmissão ocorre pela picada dos mosquitos transmissores infectados Haemagogus e Sabethes. Nas cidades, a doença pode ser transmitida principalmente por mosquitos da espécie Aedes aegypti. Não há transmissão direta de pessoa a pessoa.
Os sintomas iniciais da febre amarela incluem o início súbito de febre, calafrios, dor de cabeça intensa, dores nas costas, dores no corpo em geral, náuseas e vômitos, fadiga e fraqueza.
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Fonte: G1 (Sul de Minas Gerais)

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